3 armadilhas que provocam mal entendidos!
Quantas vezes acreditamos que o problema está no assunto da conversa…
quando, na verdade, ele está no uso de palavras e expressões que são verdadeiras armadilhas que atrapalham sua comunicação…
Para não ter que falar “Não foi isso que eu quis dizer”, leia essas dicas:
Sem perceber, afastamos pessoas todos os dias usando frases aparentemente inofensivas. Elas saem da nossa boca com a intenção de encerrar um conflito, acelerar uma decisão ou “trazer racionalidade” à conversa.
Mas o efeito costuma ser o oposto.
Essas frases…
- “Você está vendo problema onde não tem”
- “Já falamos sobre isso”
- “Calma, tenha calma!”
…não encerram conflitos, encerram relações!
1- A armadilha da BOA INTENÇÃO
Na comunicação verbal, existe um erro clássico: acreditar que intenção garante mensagem. Não garante!
O outro não reage ao que você quis dizer.
Ele reage ao que entendeu, ao que sentiu e ao que aquela fala representou para ele naquele momento.
Quando alguém escuta “você está vendo problema onde não tem”, o conteúdo real que chega não é tranquilidade — é invalidação.
Quando alguém escuta “já falamos sobre isso”, o sentimento raramente é clareza — é desqualificação.
E quando alguém escuta “calma!”, o corpo entende urgência, impaciência ou até ameaça.
A comunicação falha não porque falta argumento, mas porque falta espaço para o outro existir na conversa.
2- Armadilha do CONTROLE
Comunicação não é sobre controle. É sobre relação.
Conversas difíceis não pedem frases prontas.
Pedem presença, leitura de contexto e ajuste de linguagem.
Comunicar bem não significa concordar com tudo, ceder sempre ou evitar conflitos.
Significa conduzir a conversa sem esmagar o outro no processo.
Influência não nasce da força ou do controe, mas da capacidade de:
- reconhecer emoções antes de combatê-las,
- sustentar discordâncias sem gerar ataque,
- alinhar discurso, tom e postura.
Quem ignora isso até “vence” a discussão…
mas perde a relação, a confiança e, muitas vezes, o resultado que buscava.
3- A armadilha da Falta de COREOGRAFIA
Toda conversa é, em algum nível, uma negociação. E não há negociação possível quando o outro se sente diminuído, invalidado ou silenciado. Isso promove um afastamento pessoal, mas principalmente, transforma os objetivos da negociação, em ataques ao outro lado da mesa!
Porque comunicar é uma coreografia. É saber quando avançar, quando pausar e como construir influência sem ruptura.
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